Qual foi a última coisa que você comprou? Você lembra de ter decidido, com plena razão e certeza, o que ia adquirir? Se você acha que sim, precisa saber o que é neuromarketing.

Se eu dissesse que, desde o momento em que você entendeu a relação entre compra e recompensa, você nunca mais foi responsável, voluntariamente, por uma decisão dessas. Você acreditaria?

Não? Mas é o que acontece, e eu vou te explicar a razão.

Afinal, o que é neuromarketing?

Neuromarketing, como o próprio nome diz, é uma união entre o bom e velho marketing e a neurociência. Resumidamente, é como funcionam as estratégias de comunicação das marcas para vender seus produtos sem que você saiba que está comprando a ideia.

Para que você entenda melhor o que é neuromarketing, imagine que você precisa comprar um celular, certo? Você pesquisa muito e chega à conclusão de que comprará o modelo 1, e tem plena certeza de que decidiu isso. Porém, embora não saiba, você está sendo influenciado há alguns meses, talvez.

“Mas como, Rafael?”

Cartazes no metrô, propagandas na TV, inserções do produto em novelas, jingles que grudam na cabeça…

Quer um exemplo melhor ainda? Existe uma rede de fast food muito famosa, com um dos sanduíches mais consumidos do mundo. Sabe do que estou falando, certo? Então, provavelmente você lembra tudo o que vai dentro dele.

E por que você não esquece nunca, se isso é tão irrelevante?

A resposta é simples: já entrou no campo racional do seu cérebro.

Entenda como o seu cérebro reage aos estímulos das marcas

Todas as ações que nós, humanos, realizamos tem a ver com evitar a dor e chegar ao prazer.

Nosso cérebro pode ser dividido, a grosso modo, em 3 partes:

reptiliano: controla tudo o que envolve a sobrevivência, e é ativado por emoções como fome, raiva e medo;
límbico: emoções mais complexas e armazenamento de dados. É ativado pelos cinco sentidos;
neocórtex: tomadas de decisão.

Fato é que, independente de nossa vontade, todo o tipo de mensagem atingirá as duas primeiras partes do cérebro, e se alguma delas conseguir chegar à última, fará com que criemos uma sensação racional falsa, de que a decisão foi tomada por nós e não inserida ali.

Percebe como somos influenciáveis por peças convincentes?

Esse funcionamento do sistema nervoso humano pode favorecer muito a criação de conteúdo. Portanto, trabalhar bem textos persuasivos é uma das principais chances que terá de crescer!

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